Estresse tóxico na primeira infância

Olá Adorável Mãe!!! Tudo bem com você?

Já ouviram falar em estresse tóxico na primeira infância? Talvez pelo nome você não conheça, mas pode ser que saiba de alguma criança que está passando por essa dificuldade.

Que os adultos estão cada vez mais estressados isso não é novidade para ninguém. Dificuldade financeira, relacionamentos, sobrecarga de trabalho e inúmeros outros motivos. Recentemente uma pesquisa realizada pelo Instituto de Psicologia e Controle do Stress, constatou que 52,28% das pessoas já tiveram ou tem diagnóstico de estresse e que 55,60 % sofrem de ansiedade. Isso é realmente um número bem elevado porque existem diversas doenças que estão relacionadas com o estresse.

Infelizmente, esses números interferem diretamente no desenvolvimento das nossas crianças.  Atualmente o estresse infantil já é considerado um problema de saúde pública.   A maioria dos pais está preocupado com a formação dos seus filhos, o mundo está cada vez mais competitivo e na tentativa de torna-los um “diferencial” na sociedade, estão enchendo seus dias de atividades fazendo inúmeras coisas, menos permitindo que sejam crianças!

Os especialistas afirmam que essa exposição a uma rotina tão cheia pode transformar as crianças em adultos com propensão a doenças coronarianas, diabetes, uso de drogas e depressão.

É importante ressaltar que o estresse faz parte da vida, o problema está na sua intensidade e duração. Cientistas do Centro de Desenvolvimento da Criança da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, classificam o estresse em três tipos: Estresse positivo: há pouca elevação dos hormônios e se manifesta por pouco tempo. Estresse tolerável: caracterizado pela reação temporária e que pode ser contornado quando a criança recebe ajuda. Estresse tóxico: este sim é o mais perigoso, porque tem efeito prolongado no organismo associado à falta de suporte à criança.

O estresse tóxico que é o tema do nosso post pode ser desencadeado por frustração, frequentes situações que trazem aflição, críticas excessivas, excesso de atividade e bullying. Também situações de forte impacto como a morte de alguém, por exemplo, agressão física, abuso sexual e a superproteção dos pais.

Comprovado que o estresse expõe adultos e crianças a infecções, por conta da baixa na imunidade, é bom ficar atento aos sinais para que seja tratado o mais rápido possível: dores de cabeça e abdominais, pesadelos, voltar a fazer xixi na cama e a chupar o dedo, crises de asma, alergias, déficit de atenção ou hiperatividade, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), dentre outros.

Observe seu filho e fique atento aos sinais que ele emite: corpo (audição, fala e hormônios em níveis normais), inteligência (se está adequada a sua idade) e emocional (comportamentos e reações). Os três precisam estar em sintonia. Caso perceba alguma alteração, procure ajuda de profissionais. Nunca esqueça que o fazemos aos nossos pequenos agora, irá refletir para o resto da sua vida.

Compartilhe com a gente se você já passou ou está passando por alguma situação de estresse tóxico!

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Um super beijo e até a próxima!


Fonte:
Pesquisa citada http://www.estresse.com.br/pesquisas/
http://desenvolvimento-infantil.blog.br/estresse-toxico-doenca-infantil-do-seculo-21/
Imagem: Istoé

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